Multiplicar em NOSSA JERUSALÉM
Nossa Família
Existe uma beleza estratégica e
espiritual em entender que o "Ide" não começa no outro lado do mundo,
mas do outro lado da mesa de jantar. Se a nossa fé não alcança quem divide o
teto conosco, ela dificilmente terá sustentação para alcançar as nações.
Compartilho um texto, focado na
mobilização e reflexão sobre a Missão Multiplicar a partir do lar.
Onde Tudo
Começa: Nossa Jerusalém é a Nossa Família
A Missão Multiplicar Vidas
para Jesus não é apenas um projeto eclesiástico; é o pulsar do coração de
Deus através da vida de cada discípulo. Se fomos chamados para ser
"Discípulos que fazem Discípulos", a nossa maior plataforma de
influência não é o púlpito, mas o nosso convívio familiar.
1. O
Mandato Bíblico de Atos 1:8
A estratégia de expansão do Reino
estabelecida por Jesus é clara: "...serão minhas testemunhas tanto em
Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até os confins da terra".
Para nós, hoje, Jerusalém é a
nossa casa. É o círculo de influência primário, composto por nossa família
imediata e parentelas. Não podemos saltar etapas: a autenticidade do nosso
discipulado é testada primeiro diante daqueles que conhecem nossas fraquezas e
nossa rotina.
2. O
Discipulado Relacional como Ferramenta
A visão da Missão Multiplicar
fundamenta-se no Discipulado Relacional. Isso significa que o Evangelho
flui melhor através dos canais de confiança e afeto.
- Não é um evento, é um estilo de vida: Discipular na família não é
dar uma aula teológica, mas viver os valores de Cristo no dia a dia.
- A Mesa como Altar: Nossos encontros familiares
— almoços de domingo, festas de aniversário ou simples visitas — são
oportunidades gigantescas. Cada conversa é uma chance de semear a Palavra
e cada gesto de amor é um reflexo do caráter de Jesus.
3.
Potencializando os Encontros Familiares
Precisamos deixar de ver as
reuniões de família apenas como compromissos sociais e passar a enxergá-las
como oportunidades missionárias. Potencializar esses momentos significa:
- Ouvir com Intencionalidade: Identificar as dores e
necessidades dos familiares para ministrar cura e esperança.
- Modelar o Caráter: Ser a tradução viva da
Bíblia para os parentes que ainda não a leem.
- Oração Persistente: Entender que a conquista da
nossa "Jerusalém" começa de joelhos, antes mesmo de abrirmos a
boca.

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